Gordo, Zé Maria, Zé carlos e Fernando, Fausto, Chico Elpídio e Olavo.
Aos sábados, nosso amigo Fausto Leite sempre providenciava um bate-bola. Neste registro fotográfico, marcamos presença no Tabuleiro dos Martins, o placar não sei quanto foi, mais a cervejinha !
Prezados Colegas Em nome da atual Diretoria do Cambonense queremos agradecer a todos que nos proporcionaram meios e condições para realização do nosso segundo encontro da Familia Cambonense deste feita com uma Festa de São Joao Agradecimentos também a todos que se fizeram presentes aos que nos ajudaram na organização na doação dos brindes, emfim a tudo e a todos MUITO OBRIGADO A Diretoria Aos amigos Cambonense. Não poderia deixar de agradecer pela beleza e da perfeição do São João em Família Cambonense, do trabalho em EQUIPE dos organizadores. Só houve elogios de todos os participantes, realmente vocês arrasarão. Edmar mais uma vez muito obrigado pelos seis cachorros quentes, a música os quitutes a feijoada o churrasco, realmente vocês não se esqueceram de nenhum detalhe. Parabéns a Diretoria e aos participantes. Rogério Lyra Parabéns aos organizadores, e aos que se fizeram presentes pela animação. Há tempos não participávamos de um evento tão animado. Obr...
Lúcia, nos seus incompletos dezesseis anos, possuía uma engenhosa beleza que acabara de desabrochar, saudável e viçosa como uma flor matinal. Cabelos escuros e em queda livre feito as cascatas; os olhos de jabuticaba e a pele morena lembrando as rolinhas caldo de feijão. Busto farto e os lábios carnudos que mostravam, ao menor sorriso, uma fileira de dentes alvos como coco. Esbelta igual às garças e dona de um aformoseado corpo de dançarina, Lúcia exibia leveza no andar e harmonia nos movimentos; suas salientes nádegas rebolavam como uma inquietante maré, despertando atenção à primeira vista. Cabocla oriunda do sertão, de onde veio para a capital ainda criança concluir os estudos, logo os galanteadores do bairro lhe batizaram como "Miss Lúcia". Desconhecendo o apelido que lhe era atribuído, sequer desconfiava das taras verbais que lhe dedicavam os rapazes, em descontraídas rodinhas de bate - papos na praça. Nessas ocasiões a beldade era predileção nos apimentados comentários:...
Aos domingos, no final da tarde, os sinos da igreja repicavam convocando os fiéis para a missa, celebrada no sotaque germânico de frei Caetano. Arranchados à porta do templo, de cuias na mão, um punhado de mendigos à espera de misericórdia, e às famílias que aos poucos iam chegando, pediam esmolas em nome de Deus. Terminado o culto, a meninada descia para a praça e, à vontade, numa euforia incansável, brincava de pega-pega contornando o “Cuscuz do Major”. A fonte luminosa, ao som de música clássica, jorrava água numa coreografia sincronizada, lembrando um balé. Os pombos pontilhavam o chão do logradouro em busca do alimento, e em cíclicas revoadas retornavam para o alto da igreja, lá onde moram os sinos. No centro da praça, impávida, a estátua do homem que fez história, e que devido aos seus feitos, ficou conhecido como “O Marechal de Ferro”. Comendo pipocas ao lado do garoto Decinho, Seu Elpídio, com habitual paciência, explicava ao filho atento a importância do herói reverenciado. “F...
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