segunda-feira, 13 de abril de 2009

O RETORNO


Retornando aos poucos ao nosso convívio o companheiro Nah Fragoso. 
Pelo seu companheirismo e amizade para com todos, ficou conhecido como Pai Nah, pois é comum todos os sábados por volta das 10 horas, ele chegar do supermercado carregado de tira-gosto: sardinha pro Chico, lingüiça pro Edmar, frango pra grelhar e mais umas latinhas de Kronebeer pra relaxar.
Mais o que estamos ansiosos mesmo é de vê-lo com a redonda nos pés, poucos têm a sua habilidade, é sempre um colírio as jogadas, os gols e a malandragem, que bem executa dentro do campo. Aguardamos com ansiedade o seu retorno, entretanto, o momento agora é de recuperação, o que está acontecendo rapidamente, Graças a Deus, e temos certeza que em breve estará de volta nos presenteando com o seu futebol de toque irreparável e raciocínio rápido. 
É aguardar pra vêr e bater palma.
Josená Pereira Fragoso - NAH, é natural do Cambona, desde garotão, ainda precoce, já fazia parte do time titular do cambonense, onde se destacavam: Dilmar Camerino, Nelinho, Nau, Tião, Lelo e outros, situação que causava muita inveja aos garotos da mesma idade. Atualmente, Fragoso trabalha como Procurador da CEAL e nas horas de lazer seu destino inicial é o município de Coruripe, onde no Puxim tem uma casa de praia, em segundo plano, o bate bola do Cambonense que religiosamente comparece.

terça-feira, 7 de abril de 2009

E O JOÃO NELINHO, DANÇOU...


Durante esta semana fui duramente criticado pelo nosso amigo João Nelinho, só porque no sábado, dia 04 do corrente às 13h., resolvi preparar uma macarrona e êle já tinha ido embora, mesmo assim, ainda liguei, convidando-o a comparecer e degustar o prato do dia.
Por ouro lado, quero destacar, que o convite era somente para dar satisfação, até porque, o desejo de todos presentes, umas 13 pessoas, era que ele não comparecesse, pois com a disposição que tem para comer de tudo, mesmo sem levar tira-gosto algum, não sobraria nada e eu só tinha comprado dois pacotes de macarrão, que após o cozimento tornaram-se deliciosas: uma com o tradicional cachorro quente e a outra com o salmão presenteado pelo Di Paula, caprichosamente preparado pelo mano Chico. Agora observem, se o João Nelhinho retornasse, todos nós ficariamos a ver navios, pois com certeza os dois pacotinhos de macarrão só daria mesmo para ÊLE, não sobraria nada, até porque só almoça em travessa, dispensou há muito tempo o prato fundo, por achar pequeno, e todos nós, caso quizessemos repetir, não seria possível.
Agora haveria uma segunda opção, ficar esperando pelo Carneiro do Kiko ou pelo Peru congelado do Rogerio, ou seja, teríamos de esperar sentados até o fim do ano.



domingo, 5 de abril de 2009

ESTÓRIA PRA BOI DORMIR

O CARNEIRO DO KIKO
No início do ano, precisamente no mês de janeiro, logo após o primeiro bate-bola, nos reunimos pra colocarmos a conversa em dia e como é de costume, tomarmos uma geladinha.
Durante o bate-papo, surge através do nosso amigo Kiko, a promessa de ofertar aos amigos, um carneiro, oriundo de sua fazenda, situada no município de São José da Lage. Todos nós ficamos surpresos, com a surpreendente atitude franciscana do nosso companheiro, só nos restava no dia determinado, discutirmos, quantas grades tomariamos? Pasmem, na data aprazada a decepção foi geral, Kiko chega a sede do Cambonense de mãos vazias.
Questionado, cobrado, acusado, difamado, sabe-se mais lá o que, justifica-se narrando a dificuldade que está tendo o capataz em capturar o carneiro: 
- Meus amigos, está muito difícil localizar o rebanho. A cavalo demora muito, visto ser enorme a área de terra produtiva, lá plantando tudo dá e os carneiros devem se esconder no meio da plantação; seria até mais fácil a loclização de helicóptero; 
Não precisa dizer que a risada coletiva que demos e o mais engraçado ainda, foi à cara de pau do nosso personagem, querendo justificar o injustificável. Pra ser mais claro, estamos no mês de abril e até este último sábado, dia 04, não degustamos o famigerado carneiro e o que é pior, o seu empregado continua desaparecido, não há noticias, os filhos, a esposa e o cachorro, estão preocupados, as suposições feitas nesse momento crítico, dão conta “da possibilidade do carneiro ter engolido o capataz?” 

O CONTO DO PERU CONGELADO - o Kiko fez escola.
Os bons exemplos são difíceis de serem seguidos, já os maus! 
Na semana seguinte, Rogério, estava conosco a conversar sobre o bate-bola no aguardo da cerveja que ainda não tinha chegado, quando impaciente, esbravejou:
- Cara, ontem fui fazer a feira da semana e fiquei surpreso, o peru estava em promoção, aproveitei e comprei vinte. O probelma maior aconteceu em casa, quando fui gardar no freezer, não deu, dois ficaram fora, um mandei preparar e o outro tô pensando em trazer pra gente. O problema é que aqui não tem forno, fica difícil.
Ficamos abobalhados com tamanho disparate, assutados, nos lembramos do ocorrido com o carneiro do Kiko, mesmo assim João Nelinho, que por um bom tira-gosto faz de tudo, opinou:
- Pelo forno não, leva lá na padaria que eu me responsabilizo, deixo assando, quando estiver pronto o meu padeiro avisa e vou buscar.
Apreensão geral, logo o João, no mínimo as duas coxas não vêm, ela vai provar pra ver se está no ponto,etc., é mais deixa seguir , vamos vêr o que vai acontecer.Todos concordaram e a doação foi recebida com desconfiança, mais bemvinda. Finalmenteo chegou o dia D, ou melhor, o dia Peru, todos reunidos antes do racha, mais ou menos as sete da manhã, quando surge o Rogério na sede do Cambonense de mãos vazias. Questionado, esbravejou, irritado:
- gente não é o que vocês estão pensando não, o furo do Kiko não tem nada a ver com oque aconteceu comigo, passei a semana viajando, não tive tempo de levar o peru na padaria do João, sábado eu trago.
As piadas e gozações sobre o furo ocorrido, foi a tônica do dia, mais pra nós cambonenses dos dois vexames, tiramos as segintes conclusões: 
" Quem morre de véspera é perú, nesse caso, o perú fomos nós."
" Esmola grande, cego desconfia." 
Na verdade, Kiko e Rogério, os personegens, são grandes amigos, um beijo coração de ambos.