terça-feira, 16 de novembro de 2010

50TÕES 2010 DA AABB


Recebi do José Maria e repasso pra toda a comunidade cambonense, o convite para a realização de uma partida de futebol, a ser realizada no nosso campo. 
O encontro faz parte do quadro de comemorações dos 50TÕES, por terem sido campeões do campeonato realizado na AABB.
Por ser um assunto que diz respeito a todos os associados cambonenses, trago a boa nova a diretoria, para que, em tempo hábil, veja a disponibilidade do acerto do encontro entre as duas equipes e de das datas disponíveis. 
Outro destaque refere-se ao artilheiro da competição, Zé Maria com 05 (cinco) gols, motivo de preocupação para os zagueiros: Bibiu e o Paranhos.

domingo, 14 de novembro de 2010

Sarau do Cambonense

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Em uma tarde maravilhosa, juntos no recanto cambonense, os amigos: Botinha, Fernando Naninha, Nah Fragoso, Nau, Faiçal, Rafael, Moreira, Francisco (árbitro), Dedé, Fabiano, Vieira e outros, cantando e jogando conversa fora. O evento ocorreu em comemoração aos aniversariantes do mês, esperamos repetir este encontro por no mínimo quarenta e nove vezes...parabéns a todos.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Momentos inesquecíveis

Edmar, Nau, Ivan, Alder Riquinho Flores, Chico Elpídio e Nah Fragoso.
Não faz muito tempo, juntos após o bate-bola, os peladeiros do cambonense já tinham destino certo. Um barzinho, um violão, bons papos e boa música até umas horas. 

Nova geração cambonense

Alder Riquinho Flores, Gabriel, Dácio, Eduardo, Nah Fragoso, Washington, Elias, Jairo Afonso e Careca.


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Atrás de um sonho, só

Se você me perguntar
Por que às vezes ele fica tão medonho,
É fácil responder:
É que ele está atrás de um sonho.
Se você quiser saber
Por que às vezes ele arde feito labareda,
A boca fica azeda
E assim fica tristonho,
É que você não vê
Mas ele corre atrás de um sonho.
Tantas vezes a casa cai,
A coisa não anda, não vai.
Seu gesto trai sua intenção
E ele volta ao começo,
Repondo,
Reiniciando a construção:
Novo rumo, nova direção,
Mas sempre de olho no mesmo endereço,
Mesmo seguindo por outra vereda,
Reacendendo a labareda
Como se fosse a fênix,
Surgindo do pó:
Seu mesmo sonho!!!
Só!!!

O poeta Geraldo Rebêlo, nos presenteia com mais uma poesia.


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Zeca

Após longa ausência, Zeca Pé de Chumbo, retorna ao nosso
convívio, esperamos que permaneça por mais tempo.

domingo, 10 de outubro de 2010

Nossos Herdeiros

Rafael Torres
O tempo passa, eles crescem e o nosso espaço vai sendo preenchido por nossos filhos. Sempre bons companheiros, ao nosso lado jogam, ouvem os conselhos dos mais velhos e preenchem de alegria os nossos sábados.

Cambonense Ilustre


Claúdio Lima de Souza, velho conhecido dos atletas do Cambonenses pelo estilo viril de seu futebol. Quando está em Maceió não esquece suas origens,  neste sábado esteve entre nós  revendo amigos e nos presenteando com suas histórias.
Já aposentado da Polícia Federal, devido a sua competência, assumiu a Secretária de Segurança  Pública em Campo Grande.
 Aguardamos em breve o seu retorno definitivo ao nosso convívio.

Faz Tempo!

Gordo, Zé Maria, Zé carlos e Fernando, Fausto, Chico Elpídio e Olavo.
Aos sábados, nosso amigo Fausto Leite sempre providenciava um bate-bola. Neste registro fotográfico, marcamos presença no Tabuleiro dos Martins, o placar não sei quanto foi, mais a cervejinha !

sábado, 9 de outubro de 2010

Nossos Amigos

Nosso velho amigo, José Enaldo da Silva, cambonense de nascimento.
Falar de Galito, como carinhosamente o chamamos é fácil, prestativo e sempre disposto a compartilhar das atividades do Cambonense. 
Falar do seu futebol é prazeroso, desde menino demonstrou habilidade invejável, já fazia aparte do primeiro quadro do Cambonense, driblo fácil e objetividade, sempre foi a sua marca, quem o conhece, sabe.
 Já passou dos cinquenta, mas, quem for de primeira, fica no chão.
 Bibiu que o diga...ih ih ih

domingo, 3 de outubro de 2010

Reabertura do Campo

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Após três meses de espera, foi reaberto o campo do Klebão, um verdadeiro tapete verde, que só não joga quem não sabe. Por outro lado, as reformas realizadas durante a paralisação, demonstra o  cuidado do nosso anfitrião. Aproveitem o vídeo e analisem o gramado.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Pequena Óbvia Ode ao Pantanal.

Pantanal és um habitat natural.
Tens um destino especial
Para o equilíbrio mundial.
Quanto mal
O homem faz ao animal,
Quando não faz ao vegetal,
Na sede de sobrepujar,
Na fome de enriquecer:
Casacos de pele,
Sapatos de couro,
Papel prá vender ...
O homem te explora
A fauna e a flora,
Sem perceber
Que, a cada aurora,
Tu gritas, imploras,
Precisas viver,
Não morrer!!!
Prá fazer o mundo respirar,
Prá manter a terra intacta.
E, amanhã,
Quando o homem, sufocado,
Procurar, desesperado,
Espaço prá renascer,
Tu, apesar de saqueado,
Usurpado e maltratado,
Teres força prá dizer:
Homem,
Larga tua fantasia,
A ganância e a hipocrisia!
Cuida de mim,
E terás chance de viver!!!

Registrar as imagens do cotidiano com olhar de lince, assim é Geraldo Rebêlo, nascido no Cambona, integrante do Exército Brasileiro é um grande compositor, um dos meus parceiros prediletos. Tendo que exercer sua profissão de militar em vários estados, Rebêlo aproveitou suas viagens para compor e homenagear Brasília e os estados do Nordeste. Daí a idéia de gravar o CD – De Brasília ao Nordeste – Viajando no Forró. Atualmente encontra-se concluindo o seu segundo CD, ainda sem título.
Quem é amante de um bom forró pé-de-serra, com certeza viajará nas dez faixas que compõem o CD. 
Hoje Geraldo Rebêlo,  nos presenteia com uma das suas poesias.

domingo, 26 de setembro de 2010

Música ao vivo

Sábado 02 de outubro estaremos recebendo a visita de uma cambonense ilustre, Ada Mello, candidata a Deputada Federal. Abrilhantará a festa nosso velho companheiro Almir Lopes, aguardamos a presença de todos.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Recanto Poético

Multimídia.

Eu vivo na pré-história.
Você tem um toque de Midas.
Para mim,
Ver TV é uma glória.
Já você é multimídia.
Multimídia,
Você captou minha vida,
A privacidade escondida:
Me capturou as feridas,
Festas, frestas,
Rosas, margaridas,
Grilos, baratos, formigas,
Sossegos, paixões e chamegos
Sonhos, pesadelos, desejos
Do âmago do meu ser.
E agora quer me devolver?
Depois que analisou
Pisoteou, plastificou,
Industrializou, sintetizou,
Reduziu tudo a cinzas?
Me devolver para quê?
Se quando me vejo no espelho,
Já nem reconheço o meu jeito.
Me deixe só, vá-se embora,
Leve tudo com você agora,
Use, venda, doe ou jogue fora
Enfim, faça bom proveito.

Autor - Geraldo Érico

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Por onde andarão?

Quem não se lembra dessa foto tirada no Clube da Ceal.? Onde estão os companheiros: Eufrásio, Edson Pinduca e Zé Maria, Vioca, Deraldo Lima e tantos outros, todos personagens importantes de nossa associação, precisamos resgatá-los. 
O tempo passa, a vida continua, estamos no momento especial de nossa vida, juntos vamos relembrar nossa adolescência. 
Temos muitas histórias pra contar. Já se reintegraram ao grupo os amigo: Nau, Fernando Naninha, Claúdio Lima, Zezo e outros. Apareçam, serão bem vimdos.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Cambonense e as eleições

Neste sábado dia 18, na sede provisória do Cambonense na Barra Nova, se fará presente uma das candidatas a Câmara Federal por Alagoas, trata-se da Ada de Mello Marques Luz. No encontro, Ada apresentará as propostas que pretende levar ao Congresso Nacional, caso eleita.
Pelos informes de seus correligionários, temas voltados para a comunidade cristã e de cunho social, será o forte. 
Seja bem vinda, aguardamos a visita.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Cambona o bairro

Localizado entre a Praça dos Martírios e o Bom Parto, o Cambona era a passagem obrigatória para quem desejasse se dirigir ao bairro de Bebedouro, que na década de 50 possuía o status “bairro de elite”, visto que lá residiam às mais tradicionais famílias alagoanas. A Praça dos Martírios, principal área de lazer dos cambonenses, foi à época um dos recantos mais freqüentados nos festejos momesco; além de servir para o corso, desfile de carros de passeio, lotados de moças e rapazes, interagindo com o povo, na guerra de serpentina, talco e lança perfume, além de receber os blocos carnavalescos mais famosos: Cavaleiro Negro, Mascara Preta e o inesquecível Bloco do Major Bonifácio da Silveira - As Caboclinhas, que fazia a rota Bebedouro - Praça dos Martírios.
Bebedouro, hoje é visto como um bairro dormitório por não existir um comércio sustentável, entretanto, ainda se mantém vivo, graças à existência: da Igreja do Bom Conselho, do Mercado Público Municipal, da Estação Ferroviária, do Colégio Bom Conselho e de duas Casas de Saúde: José Lopes e Ulisses Pernambucano.
Já a Praça Floriano Peixoto ou dos Martírios como é conhecida, era arborizada e muito bem freqüentada, pois vivia outra realidade. Frontal a Rua do Comércio, circundada por prédios históricos: Rádio Difusora de Alagoas, hoje transformada em Museu Fundação Pierre Chalita, preservando a estrutura arquitetônica original; pela Caixa Econômica Federal, construída no terreno onde funcionou a primeira Faculdade de Economia da Alagoas, finalmente o Edifício do Conde e o majestoso Palácio Floriano Peixoto. Próximo ao Cambona, precisamente na Rua do Sol, situava-se o Grupo Escolar Fernandes Lima, onde a grande maioria dos cambonenses aprendeu as primeiras letras; já em direção ao Mercado Público, tínhamos duas vertentes: na primeira passávamos pelo Colégio São José, cuja diretora e proprietária Dona Laura Dantas e sua irmã, famosas pela ética e disciplina no mister de ensinar e na outra passávamos pelo Diocesano, mais conhecido como Colégio Marista, hoje ocupado pela Secretaria de Agricultura.
Também participavam dos ensinamentos aos cambonenses, as professoras (es): Salviana Gomes dos Santos, que teve como aluno o Mestre Deodato; Guiomar de Gouveia Bezerra; os professores Sebastião Granjeiro, Cajueiro e Coitinho Leite, este famoso pela palmatória usada para quem errasse a tabuada e pelo castigo do milho. Não esquecendo o lado cultural, a grande mestra do piano Professora Georgina, que com maestria ensinou os primeiros acordes aos alunos: Marcelo Santos, nosso querido Botinha, sua irmã Mércia e ao Chico Elpídio. Outra fonte de prazer desfrutada por todos, era vivida no Clube do Trabalhador - SESI, onde eram disputados torneios de futebol, tendo como representante o Cambonense, primeiro e segundo quadros. Foi nesse habitat que os cambonenses foram criados, sentindo hoje muita saudade dos bons tempos vividos.
A convivência com os mais velhos, deixou para os mais novos, a marca do respeito e da decência, valores incontestáveis para um futuro promissor. O Cambona permanece vivo nos encontros realizados aos sábados e nas festas realizadas entre amigos, como por exemplo, o Pernil do Nah, sempre na última sexta feira do ano e principalmente no bate bola semanal, quando juntos renovamos a amizade e principalmente a vida.

Viva o Cambona e os Cambonenses.
Curiosidade - segundo Aurélio Buarque, Cambona, significa mudança rápida das velas dos barcos ou do rumo na direção das velas; reviravolta; cambalhota.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Reencontrando velhos amigos

Foi com muita alegria que recebi no dia 08 deste mês, um email do Fernando Dantas - Naninha, velho amigo e de muita importância na minha juventude. Ao seu lado, com Geraldo Érico, José Maria e Fausto, participei de momentos inesquecíveis. Repasso aos amigos leitores o texto de Fernando, que traduz em relação a todos os Cambonenses, um enorme sentimento.

Caro Chico
"Existem determinados momentos em nossa vida em que somente a intuição divina, como num lance de alerta, é capaz de nos mostrar ainda à tempo, fatos isolados, os quais ao serem avaliados em sua freqüência e agrupados, nos impelem para uma autocrítica de nossa atuação em relação a um das mais sublimes legados do gênero humano que é a amizade.
De domingo até hoje, em situações de características totalmente diferentes, tive oportunidade de rever e conversar com pessoas as quais não via há vários meses e até anos, apesar de estarmos na mesma cidade. Não que fossem pessoas comuns, de um ou outro ambiente de trabalho, mas pessoas que tiveram uma participação marcante em minha vida, numa época em que o transcorrer da adolescência e inicio da vida de adulto, ainda não sobrecarregava de responsabilidades e compromissos como o dia a dia atual. Encontrei-me com o Fausto e Maria, com a Carmem e com o Zé Leite no domingo. Na segunda feira estive com o Pedrinho e com o Guido, em plena Praça dos Martírios durante quase uma hora estivemos relembrando todos os que conviveram conosco ali naqueles bancos e no casarão do Velho Educandário São José, que lamentavelmente hoje dá lugar ao espelhado palácio.
Hoje, quem me ligou à tarde foi o Jose Maria e, do mesmo modo como na conversa que tive com os demais companheiros, você foi lembrado. Agora à noite, ao pesquisar para um trabalho sobre minha mãe, Laura Dantas, eis que me deparo com dados históricos sobre o Bairro Bom Parto, a Cambona, o Cambonense e por ai, cheguei ao Blog do Chico Elpidio.
Minha surpresa maior e a razão deste meu relato, foi que, ao tentar comentar lhe parabenizando pela idéia e pelo bom gosto dos artigos ali inseridos, descobri que a matéria já havia sido publicada desde outubro de 2007, sendo o blog atualizado freqüentemente.
Na realidade, caro amigo, durante todo esse tempo estive afastado do ambiente amigo do Cambonense, assoberbado com compromissos de trabalho que muitas vezes me tomam até os fins de semana. Entretanto, estes fatos servem de alerta para que o trabalho venha a ofuscar um dos bens mais preciosos da vida e que possamos em breve poder desfrutar com todo o grupo de momentos de descontração como nos velhos tempos".
Fernando Dantas, é engenheiro civil, hoje responde por um importante cargo na Secretaria de Saúde do Estado de Alagoas.